domingo, 10 de novembro de 2013

CONTROLE SOCIAL - Transparência Pública


O CONTROLE SOCIAL é a participação do cidadão, um importante mecanismo de fortalecimento da cidadania,  colaborando assim, com a gestão pública. É de fundamental importância que cada cidadão assuma essa tarefa de participar .        
O CONTROLE SOCIAL pode ser feito individualmente, por qualquer cidadão, ou por um grupo de pessoas. Exerça seus direitos, seja um Cidadão atuante.     

Observação: A Controladoria Geral da União - CGU não é responsável por fiscalizar e controlar as verbas exclusivas dos municípios e estados.  A CGU conta com participação dos cidadãos para que o CONTROLE SOCIAL seja feito de maneira ainda mais eficaz.  Com a ajuda da sociedade, - participação contínua -  será mais fácil.

Publicada em 27 de maio de 2009, a Lei Complementar nº 131, estabelece que todos os gastos e receitas públicos deverão ser divulgados em meios eletrônicos, um importante passo em direção a  transparência pública.
A transparência pública é tema que vem ganhando destaque nos cenários nacional e internacional, isso também porque permite o controle social e fortalecimento da democracia. 

                                                                                          Fonte: site Portal da Transparência/CGU

SEMELHANÇA E COINCIDÊNCIA (1)

QUALQUER COINCIDÊNCIA
É MERA SEMELHANÇA


BERTOLD BRECHT - Depois de Maiakovski…




Depois de Maiakovski…  

Primeiro levaram os negros.
Mas não me importei com isso.
Eu não era negro.
Em seguida levaram alguns operários.
 Mas não me importei com isso.
Eu também não era operário.
Depois prenderam os miseráveis.
Mas não me importei com isso. 
Porque não sou miserável.
Depois agarraram uns desempregados.
Mas como tenho meu emprego.
Também não me importei.
Agora estão me levando.
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém.
Ninguém se importa comigo.


Bertold Brecht (1898 – 1956)









sábado, 2 de novembro de 2013

TRÂNSITO SEM CELULAR

ATENDA A ESSE CHAMADO

Desde outubro de 2010, o Brasil tem mais celulares do que pessoas. E esses números se refletem em várias áreas, mas mais especificamente no trânsito.




Pensando nesse e em outros problemas, a ONU proclamou em 2011 a Década de Ação pela Segurança no Trânsito e lançou um desafio para os países: reduzir em até 50% o número de mortes no trânsito em um prazo de 10 anos. 

O Governo Brasileiro respondeu esse desafio com o lançamento do PARADA – Pacto Nacional pela Redução de Acidentes. O pacto é uma série de ações para educação, capacitação, conscientização, sensibilização e promoção de mudanças de atitude no trânsito. A campanha de Celular é um desdobramento do PARADA, e tem como objetivo diminuir o perigoso hábito de utilizar o celular no trânsito.

A campanha “Parada Celular 2013” se utiliza de algumas situações de risco para retratar o quão absurdo é o hábito de usar o celular no trânsito: um açougueiro cortando carne enquanto fala ao celular; um marceneiro utilizando uma motoserra também falando ao celular; e uma médica operando um paciente atendendo ao telefone.

Todas essas situações remetem ao risco de se realizar algo potencialmente perigoso prestando atenção em outra coisa. Na sequência vemos que a distração causada pelo celular no trânsito pode causar acidentes perigosíssimos, que podem ter como resultado o óbito de quem usa o celular ou de outras pessoas no trânsito

  Ao final, a campanha assina com o conceito da campanha e do PARADA: “Trânsito sem celular. Atenda a esse chamado. Seja você a mudança no trânsito”.





MARIA DA PENHA -Maria da Lei


 Maria da Penha Maia Fernandes (Fortaleza, Ceará, 1945) é uma biofarmacêutica brasileira que lutou para que seu agressor viesse a ser condenado. Com 68 anos e três filhas, hoje ela é líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres, vítima emblemática da violência doméstica.

Em 1983, seu marido, o professor colombiano Marco Antonio Heredia Viveros, tentou matá-la duas vezes. Na primeira vez atirou simulando um assalto, e na segunda tentou eletrocutá-la. Por conta das agressões sofridas, Penha ficou paraplégica. Dezenove anos depois, seu agressor foi condenado a oito anos de prisão. Por meio de recursos jurídicos, ficou preso por dois anos. Solto em 2002, hoje está livre.


 Ela esteve presente à cerimônia da sanção da lei brasileira que leva seu nome, junto aos demais ministros e representantes do movimento.


A nova lei reconhece a gravidade dos casos de violência doméstica e retira dos juizados especiais criminais (que julgam crimes de menor potencial ofensivo) a competência para julgá-los. 

DENGUE - Jequié conta com você