segunda-feira, 7 de março de 2016
sexta-feira, 4 de março de 2016
VAGAS DE EMPREGO JEQUIÉ - 07/03/2016
DOCUMENTAÇÃO
NECESSÁRIA: Imprescindível
portar número do PIS, PASEP ou NIS; Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovante
de residência e certificado de escolaridade.
Vagas exclusivas para: 07/03/2016
Auxiliar de contabilidade
Ens. médio completo
6 meses de experiência na função
01 vaga
Atendente de pedágio
Ens. médio completo
Não requer experiência
Vaga para pessoas com deficiência
01 vaga
Professor de
geografia no ensino médio
Cursando geografia a partir do III semestre
Sem experiência
01 vaga
Professor de história
no ensino médio
Cursando história a partir do III semestre
Sem experiência
01 vaga
Técnico de
manutenção de equipamentos de informática
Ensino médio completo
6 meses de experiência na carteira
03 vagas
Vendedor
pracista
Ens. médio incompleto
6 meses de experiência na função
01 vaga
Fonte: SINEBAHIA/Jequié
Núcleo de Apoio ao Trabalhador
do OBSERVATÓRIO Ação SOCIAL - Jequié
Participação Popular Cidadã
Participação Popular Cidadã
GRUPO ÁGAPE - SALVADOR - Resgatando pelos versos
"A união faz o verso.
O verso fortalece a luta.
A luta nos mantém vivos,
E vivos seguimos firmes na busca..."
"Ágape é nosso nome, nosso lema
resgatando pelos versos
Camisa amarela, mapa africano
Sussuarana em cada veia, cada gesto".
"O desejo de mudança em cada verso,
onde houver injustiça ou algo impune,
levaremos a palavra de protesto..."
onde houver injustiça ou algo impune,
levaremos a palavra de protesto..."
terça-feira, 1 de março de 2016
ESCOLA? EDUCAÇÃO?
Do UOL, em São Paulo
Escolas sem carteiras e sem banheiro, alunos sem livros e
sem merenda escolar. Esses foram alguns dos problemas encontrados pela
fotógrafa Cláudia Martini em escolas públicas de cinco Estados brasileiros.
Convidada pelo MPF (Ministério Público Federal) a registrar
unidades com os piores índices de desempenho escolar do país, Cláudia não teve
dúvidas em aceitar o desafio, mas não imaginava o que veria em escolas de
Alagoas, Amapá, Pará, Rio de Janeiro e Roraima.
"É um absurdo. Voltei para casa completamente mexida,
deprimida por ter visto crianças e professoras se esforçando tanto para manter
uma escola em que falta tudo", confessa a fotógrafa.
Os registros de Cláudia serviram de base também para
inquéritos dos Ministérios Públicos estaduais e federais no projeto MPEduc
(Ministério Público pela Educação).
Confira abaixo trechos da conversa com Cláudia Martini.
Confira abaixo trechos da conversa com Cláudia Martini.
UOL - As escolas com problemas em que você fez fotos eram
exceção em cada uma das cidades?
Cláudia - Infelizmente não. As escolas públicas que visitei
apresentavam problemas estruturais, como rachaduras, infiltrações, fiação
elétrica aparente, falta de acessibilidade para alunos portadores de
necessidades especiais, quadros negros, mobiliário escolar, área de lazer e
cozinhas em péssimas condições ou inadequadas; falta de ventiladores ou ar
condicionado; livros didáticos não distribuídos, empilhados e estocados de
forma inadequada.
UOL - E do que reclamavam os professores no seu caminho?
Cláudia - Todos os tipos de reclamação. Me deparei com
professoras exaustas porque se dividem entre educadoras, merendeiras,
serviçais. Vi serviçal que se tornou professora da noite para dia e alegou não
estar preparada para a função, mas disposta a ajudar no que fosse possível para
que as crianças não parassem de estudar. Com professoras que sequer tinham um
quadro negro para dar aula e com outra que tirava todo o dia o quadro da parede
para que os cupins não o comessem de vez; com a falta de material didático e
escolar; com a falta de banheiro.
UOL - Após as andanças, o que você gostaria de mudar na
educação do país?
Cláudia - O descaso das autoridades e o despreparo dos gestores escolares. A profissionalização dos gestores escolares. Diretores comprometidos em instituir uma nova realidade, na unidade de ensino a que se dedicam, contribuiriam para formação de cidadãos ativos, capazes de exercer sua cidadania.
Cláudia - O descaso das autoridades e o despreparo dos gestores escolares. A profissionalização dos gestores escolares. Diretores comprometidos em instituir uma nova realidade, na unidade de ensino a que se dedicam, contribuiriam para formação de cidadãos ativos, capazes de exercer sua cidadania.
MPEduc - Ministério Público pela Educação
O MPEduc é um projeto que tem o objetivo de acompanhar o
serviço de educação prestado na rede pública de ensino básico e buscar soluções
para os eventuais problemas encontrados. Ele foi desenvolvido pelo Ministério
Público Federal em parceria com o Ministério Público dos Estados.
O benefício da execução conjunta do projeto é mostrar para a
sociedade que a área de educação é uma prioridade da instituição. O certo é que
quanto maior for o envolvimento e a participação dos membros do Ministério
Público no MPEduc, melhores serão os resultados do projeto.
Os objetivos do projeto são:
estabelecer o direito à educação como prioridade nos
trabalhos desenvolvidos pelo Ministério Público, evidenciando a necessidade da
criação de promotorias e ofícios exclusivos de educação;
levar ao conhecimento do cidadão informações essenciais
sobre seu direito de ter acesso a um serviço de educação de qualidade, bem como
sobre seu dever em contribuir para que esse serviço seja adequadamente
prestado;
identificar os motivos dos baixos índices de Desenvolvimento
da Educação Básica (Ideb) de grande parte dos municípios e escolas brasileiras,
a partir de um diagnóstico a ser levantado com a aplicação de questionários
padronizados, que serão respondidos eletronicamente pelas instituições de ensino,
conselhos sociais e gestores públicos;
acompanhar a execução das políticas públicas estabelecidas
pelo MPC/FNDE, bem como a adequada destinação dos recursos públicos;
verificar a existência e a efetividade dos conselhos sociais
com a atuação na área de educação.
Fonte: mpeduc.mp.br
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